As notícias continuam as mesmas, mas o dia, ontem, amanheceu mais tranqüilo para os negócios. Mesmo assim, poucas foram às forças para a parte compradora seguir na frente. O cenário é o mesmo e não tem como superar, ao menos por agora, a crise das dívidas europeias e agora americana.
O Ibovespa encerrou o dia com valorização de 0,42% 59.082 pontos e com volume negociado de R$ 5,28 bilhões.
Os eventos internos pautam o dia dos investidores nesta quarta-feira. O destaque fica por conta da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O consenso do mercado é uma elevação de 0,25 pontos percentuais na Selic, que subiria de 12,25% para 12,50%. Com isso, o foco recai sobre o comunicado do colegiado, do qual se esperam pistas sobre a possibilidade de novas altas ou um aceno de que o ciclo de aperto, iniciado em janeiro, chegou ao fim. Enquanto aguardam o Copom, os investidores reagem ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de julho. A prévia da inflação oficial deve mostrar inflação ao redor de 0,15%, recuando de 0,23%, registrado em junho. Se tal variação for confirmada, o IPCA-15 em 12 meses vai a 6,80%.
Na agenda americana, estão os pedidos semanais por empréstimos hipotecários, a variação nas reservas de petróleo e derivados e a venda de casas novas em junho, para a qual está prevista elevação de 2,3%.
As Bolsas de Valores da Ásia subiram nesta quarta-feira, com esperanças de que um acordo de dívida nos Estados Unidos nas próximas horas evite um default. A Bolsa de Tóquio fechou em alta de 1,17%. Hong Kong encerrou com avanço de 0,46%, enquanto Xangai teve queda de 0,10%.
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