Vale lembrar que tanto a valorização quanto a desvalorização da moeda influencia diretamente na balança comercial do país.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Dólar fecha pregão com desvalorização de 0,25%
Nesta quinta-feira (21) a moeda norte americana fechou com desvalorização de 0,25% cotado a R$ 1,555. Aparentemente as medidas para conter a queda da moeda não estão sendo suficientes.
Ibovespa supera a linha dos 60 mil pontos e segue em ritmo forte
Nesta quinta-feira (21) a Bolsa de Valores de São Paulo conseguiu recuperar os 60 mil pontos, e segue forte no campo positivo, com valorização de 2,20% aos 60.422 pontos.
Fatores externos e internos influenciaram o bom humor no mercado, a probabilidade de um acordo entre os países europeus em socorrer a Grécia, e o anuncio dos membros do Copom de um possível fim para as medidas de aperto monetário.
Com tantas notícias boas, as principais bolsas no mundo operam no verde, e o preço das commodities seguem com bom humor.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Ibovespa fecha pregão com alta de 0,06%
Nesta quarta-feira (20) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão com leve valorização de 0,06% aos 59.119 pontos, e com giro financeiro de R$ 5,4 bilhões
Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Vale PN caiu 0,52%, a R$ 45,91; Petrobras PN perdeu 1,19%, a R$ 22,38; OGX Petróleo ON subiu 3,01%, a R$ 14,01; Itaú Unibanco PN teve valorização de 0,71%, a R$ 32,38; e BM&FBovespa ON se apreciou em 1,26%, a R$ 9,63.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones encerrou com queda de 0,12% a 12.571 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,43% a 2.814 pontos e o S&P 500 perdeu 0,07% a 1.325 pontos.
Bahia Partners promove curso Aprenda a Investir seu Dinheiro
A Bahia Partners, em parceria com a XP Educação, realizará o curso Aprenda a Investir Seu Dinheiro, nos dias 20 e 21, e 29 e 30 deste mês. As aulas têm como objetivo ensinar o funcionamento do mercado financeiro (Renda Fixa e Renda Variável).
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• A visão geral sobre o mercado de capitais;
• O processo de compra e venda de ativos na Bolsa de Valores;
• Como identificar ativos subvalorizados ou sobrevalorizados;
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Relatório das Commodities - 20.07.2011
Bom dia a todos, segue um breve resumo sobre as principais commodities negociadas e analisadas pela equipe da XP Investimentos.
Contrato Futuro de Petróleo NY
Pelo segundo dia consecutivo o petróleo avança em New York, uma vez que os investidores apostam em estoques encolhidos do produto e sinais de recuperação nos Estados Unidos, o que traria aumento da demanda por combustível na maior nação consumidora.
Contrato Futuro de Café – ICFU11
Mercados todos positivos, com notícias boas vindas dos EUA, mas o café não acordou muito animado. NY trabalha no 0x0 sem conseguir romper o 245,00 no vencimento U11. Na BMF também está sem forças para voltar para cima dos 320,70. O suporte está em 318,20 e se perdido pode fazer o café cair bem. Com a safra brasileira entrando e sem notícia de clima está faltando pólvora para o café subir.
Contrato Futuro de Boi – BGIV11
A última sessão foi praticamente de estabilidade para a cotação do indicador Esalq à vista, com alta leve de R$0,09/@. Com a falta de animais para o abate, típica desta época do ano, mesmo o consumo lateral é suficiente para dar sustentação aos preços da carne no atacado, que, aliás, hoje permanecem estáveis. Além disso, estamos na pior época do mês para o consumo, o que reforça que a oferta é o que tem levado o mercado a se mexer neste momento.
Contrato Futuro de Soja – SFIK12
Com o otimismo dos mercados hoje devido às boas notícias vindas do mercado norte-americano, houve desvalorização do dólar, reação dos acionários e a soja também resolveu reagir positivamente. Além de um cenário macroeconômico mais favorável, a preocupação com o clima norte-americano voltou ao radar com grande força, já que o tempo quente e seco já começou a prejudicar a qualidade das lavouras no cinturão. A soja reagiu menos intensamente no pregão noturno do que o milho, o que deixa claro que o fluxo especulativo em torno da oleaginosa é bem menor. Atente-se à queda dos treasuries norte-americanos.
Contrato Futuro de Milho – CCMU11
O milho segue a mesma esteira da soja, mas com a diferença de que a alta no pregão noturno foi mais representativa devido ao maior fluxo especulativo neste ativo, bem como a importante fase de desenvolvimento pela qual o grão passa no corn belt norte americano neste momento. Internamente, o indicador Cepea recuou, reflexo da maior oferta de grão proveniente da colheita da safrinha. Ocorre que com a chegada das chuvas, o produtor se adiantou para colher o que podia frente a preços favoráveis.
Contrato Futuro de Etanol – ETHN11
O etanol segue lateralizado. Nas últimas sessões o indicador permaneceu praticamente estável e devolveu grande parte da volatilidade alcançada no início da safra, o que deixa o contrato na BM&F ainda menos líquido. Apesar da proximidade do contrato julho, atenção também ao dezembro (Z).
Ibovespa inicia suas negociações com valorização de 0,79%
Nesta quarta-feira (20) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou as negociações no campo positivo, com valorização de 0,79% aos 59.551 pontos.
Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA subia 0,45%, para R$ 46,36; Petrobras PN avançava 0,52%, a R$ 22,77; OGX Petróleo ON registrava alta de 1,91%, a R$ 13,86; Itaú Unibanco PN verificava ganho de 1,27%, a R$ 32,56; e BM&FBovespa ON se apreciava em 0,94%, a R$ 9,60.
Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA subia 0,45%, para R$ 46,36; Petrobras PN avançava 0,52%, a R$ 22,77; OGX Petróleo ON registrava alta de 1,91%, a R$ 13,86; Itaú Unibanco PN verificava ganho de 1,27%, a R$ 32,56; e BM&FBovespa ON se apreciava em 0,94%, a R$ 9,60.
Abertura dos Mercados - XP Investimentos
As notícias continuam as mesmas, mas o dia, ontem, amanheceu mais tranqüilo para os negócios. Mesmo assim, poucas foram às forças para a parte compradora seguir na frente. O cenário é o mesmo e não tem como superar, ao menos por agora, a crise das dívidas europeias e agora americana.
O Ibovespa encerrou o dia com valorização de 0,42% 59.082 pontos e com volume negociado de R$ 5,28 bilhões.
Os eventos internos pautam o dia dos investidores nesta quarta-feira. O destaque fica por conta da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O consenso do mercado é uma elevação de 0,25 pontos percentuais na Selic, que subiria de 12,25% para 12,50%. Com isso, o foco recai sobre o comunicado do colegiado, do qual se esperam pistas sobre a possibilidade de novas altas ou um aceno de que o ciclo de aperto, iniciado em janeiro, chegou ao fim. Enquanto aguardam o Copom, os investidores reagem ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de julho. A prévia da inflação oficial deve mostrar inflação ao redor de 0,15%, recuando de 0,23%, registrado em junho. Se tal variação for confirmada, o IPCA-15 em 12 meses vai a 6,80%.
Na agenda americana, estão os pedidos semanais por empréstimos hipotecários, a variação nas reservas de petróleo e derivados e a venda de casas novas em junho, para a qual está prevista elevação de 2,3%.
As Bolsas de Valores da Ásia subiram nesta quarta-feira, com esperanças de que um acordo de dívida nos Estados Unidos nas próximas horas evite um default. A Bolsa de Tóquio fechou em alta de 1,17%. Hong Kong encerrou com avanço de 0,46%, enquanto Xangai teve queda de 0,10%.
IPCA-15 desacelera em julho a 0,10%
Segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,10 por cento em julho, elevação inferior se comparado ao mês de junho, onde o índice obteve alta de 0,23 por cento.
Por conta da elevação em 12 meses até julho, que foi de 6,75 por cento, o indicador ainda está acima do teto da meta perseguida pelo governo no ano, que é de 6,50 por cento.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Relatório de Commodities (Fechamento) - 19.07.2011
Boa noite a todos, segue um breve comentário sobre as principais commodities analisadas pela equipe da XP Investimentos.
Café
Abertura boa, fechamento horrível.
O café enganou ao abrir em boa alta, rompendo o 250 em NY e trabalhando acima de 323,50 na BMF. Parecia que teríamos um dia positivo, ledo engano. As vendas chegaram e o café perdeu seu suporte dos 250,00 e depois dos 247,00, chamando muitos stops. Acabou fechando com queda de mais de 4 dólares com pivot de baixa e sinalização bem negativa. A luz no fim do túnel é uma pequena divergência de alta de IFR e estocástico.
Na BMF, ao perder os 320,70, acelerou a queda e fechou testando a linha inferior do canal de baixa. Mesmo acima do último suporte em 318,20, o fechamento foi feio.
Fundamentos seguem sem novidades. E na parte de clima sem nenhuma possibilidade de geada.
Boi
O mercado físico segue enxuto, com pouca oferta e deixa as escalas dos frigoríficos bastante apertadas, com falhas e pulos. Mas o consumo lateral deixa a situação equilibrada no mercado de carne.
Em São Paulo, há frigoríficos que pagam R$98,00/@ à vista, preço de balcão. As escalas seguem curtas e heterogêneas. Atendem 4 dias, no máximo, e alguns compram para amanhã, ou pulam dias, indo diretamente para o dia 21. Não está fácil.
No Mato Grosso do Sul, grande parte dos frigoríficos adotou os R$92,00/@ à vista como preço de balcão, sendo que indústrias menores já pagam R$93,00/@ nas mesmas condições. Há também relatos de negócios efetuados por grandes indústrias nesse valor.
Em Goiás é onde as escalas estão mais longas, por isso os preços se seguram nos mesmos patamares há alguns dias.
O consumo segue forte em relação ao ano passado, mas lateralizado pela alta representatividade do gasto com carnes dentro da cesta básica. Além disso, estamos na pior semana em relação ao apetite do consumidor no período mensal.
A escassez de oferta tem sido suficiente para manter sustentado o atacado, mesmo que o consumo não tenha se aquecido.
Milho
Indicador em leve queda. Mercado travado, com grande parte dos consumidores fora de compras.
A expectativa de clima chuvoso prejudica a colheita do milho e quem pode, resolve colher agora, ainda mais com preços considerados bons.
Ainda persiste um cenário estratégico do consumidor que com um bom estoque e carteira alongada, aposta em preços menores com deslanchar da colheita, desta forma, entra no mercado apenas para aquisições pontuais.
Abafadas as preocupações de que a onda de calor na região do "Corn Belt" diminua no próximo final de semana, melhorando o clima para desenvolvimento das lavouras.
Hoje, porém, parece que as preocupações com o clima voltaram ao radar e o milho voltou a subir, principalmente diante de uma queda de 3% na qualidade das lavouras norte americanas de milho, resultado divulgado ontem pelo USDA.
É a maior queda, já registrada, em uma semana .
O dólar também corroborou a alta.
Soja
A soja também avançou no pregão noturno com as preocupações em torno do clima quente e com a expectativa de que ele persista em partes do cinturão dos Estados Unidos.
O National Weather Service (Serviço Nacional Climático) divulgou ontem uma expectativa de calor excessivo, com temperaturas acima de 41°C na região produtora, o que poderá prejudicar fortemente as produtividades em Iowa, Illinois, Missouri e no Kansas, já que não haverá precipitação suficiente para amenizar o calor também.
Percebe-se que o fluxo especulativo é muito menor no caso da soja e os agentes são mais cautelosos.
Apesar do suporte climático e do relatório USDA de ontem ter diminuído de 66% para 64% areas plantadas com soja em condições entre boas e excelentes, a soja ficou próxima do 0x0 lá fora e acabou falhando em romper os 30,60 aqui na BM&F.
Segue o link do fórum e os respectivos pdf´s.
http://www.bahiapartners.com.br/forum/index.php?topic=1133.0Dólar cai 0,75% e fecha a R$ 1,567
A melhora de humor no mercado internacional abriu espaço para a venda de dólar e o câmbio doméstico acompanhou tal movimentação.
Dados preliminares apontam que o dólar comercial caiu 0,75%, para R$ 1,565 na compra e R$ 1,567 na venda. Na segunda-feira, a moeda subiu 0,12%, a R$ 1,579. Informações site Valor
Relatório das Commodities - 19.07.2011
Bom dia a todos, segue um breve resumo sobre as principais commodities.
Contrato Futuro de Petróleo NY
O petróleo reage positivamente nesta manhã, liderado por dados macroeconômicos positivos e disposição da Europa em tentar encontrar uma nova saída para a questão da dívida soberana.
Contrato Futuro de Café – ICFU11
O segundo dia da semana inicia com mercados em alta. Café em NY segue essa tônica e está subindo mais de 1 dólar no vencimento U11. Chegou a romper a resistência em 250,00, mas agora está trabalhando logo abaixo. Na BMF a abertura está sendo positiva e o café tenta trabalhar acima do suporte intermediário em 323,50. No gráfico notamos uma divergência altista de IFR e o teste da parte inferior do canal de alta. Fundamentos sem novidade e sem qualquer notícia de clima.
Contrato Futuro de Boi – BGIV11
O boi segue guiado pela baixa oferta, uma vez que estamos na pior época do mês para o consumo. A falta dos salários evita que o consumidor vá às compras. O mercado físico segue enxuto, com pouca oferta e deixa as escalas dos frigoríficos bastante apertados, com falhas e pulos. Mas o consumo lateral deixa a situação equilibrada.
Contrato Futuro de Soja – SFIK12
A soja também avançou no pregão noturno com as preocupações em torno do clima quente e com a expectativa de que ele persista em partes do cinturão dos Estados Unidos. O National Weather Service (Serviço Nacional Climático) divulgou ontem uma expectativa de calor excessivo, com temperaturas acima de 41°C na região produtora, o que poderá prejudicar fortemente as produtividades em Iowa, Illinois, Missouri e no Kansas, já que não haverá precipitação suficiente para amenizar o calor também. Percebe-se que o fluxo especulativo é muito menor no caso da soja e os agentes são mais cautelosos.
Contrato Futuro de Milho – CCMU11
Indicador em leve queda. Mercado travado, com grande parte dos consumidores fora de compras. Ainda persiste um cenário estratégico do consumidor que com um bom estoque e carteira alongada, aposta em preços menores com deslanchar da colheita, desta forma, entra no mercado apenas para aquisições pontuais. Abafadas as preocupações de que a onda de calor na região do "Corn Belt" diminua no próximo final de semana, melhorando o clima para desenvolvimento das lavouras.
Contrato Futuro de Etanol – ETHN11
Cenário físico ainda sem alterações. Graficamente segue com resistência na casa de 1.200 onde tem a primeira retração de fibo e pode ser bom ponto de venda.
Reunião Matinal - 19.07.2011
Bom dia a todos, segue um breve resumo sobre os principais mercados. Análise da equipe da XP Investimentos.
A segunda-feira iniciou como terminou a sexta-feira: tensa e cheia de cautela. O cenário externo continua adverso e sem soluções iminentes. Europa e EUA estão no radar e o Brasil opera à mercê de notícias lá de fora. O vencimento de opções sobre ações, hoje, aumentou a volatilidade do pregão brasileiro. Europa, EUA e Brasil amargaram quedas. O Ibovespa encerrou o dia com desvalorização de 1,08% 58.837 pontos e com volume negociado de R$ 8,36 bilhões.
Os dados sobre o mercado de trabalho centram as atenções na agenda local desta terça-feira. Agora pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou a taxa de desemprego de junho. A taxa recuou de 6,4% em Maio para 6,2% em Junho. Porém, a taxa de desemprego acabou ficando acima das expectativas do mercado de 6,1%.
Além disso, a agenda é marcada pelo primeiro dos dois dias de reunião do Copom (Comitê de Política Monetária).
Nos Estados Unidos serão reportados os dados do Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas no mês de junho.
Hoje, a maioria dos mercados acionários da Ásia recuou em decorrência das inquietações com os problemas da dívida européia e americana. Em Tóquio, o Nikkei 225 declinou 0,85%, para 9.889,72 pontos. O S&P/ASX 200, de Sydney, caiu 0,09%, para 4.468,10 pontos. O Shanghai Composite, de Xangai, diminuiu 0,70%, somando 2.796,98 pontos. Na contramão, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,45%, somando 21.902,40 pontos.
A segunda-feira iniciou como terminou a sexta-feira: tensa e cheia de cautela. O cenário externo continua adverso e sem soluções iminentes. Europa e EUA estão no radar e o Brasil opera à mercê de notícias lá de fora. O vencimento de opções sobre ações, hoje, aumentou a volatilidade do pregão brasileiro. Europa, EUA e Brasil amargaram quedas. O Ibovespa encerrou o dia com desvalorização de 1,08% 58.837 pontos e com volume negociado de R$ 8,36 bilhões.
Os dados sobre o mercado de trabalho centram as atenções na agenda local desta terça-feira. Agora pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou a taxa de desemprego de junho. A taxa recuou de 6,4% em Maio para 6,2% em Junho. Porém, a taxa de desemprego acabou ficando acima das expectativas do mercado de 6,1%.
Além disso, a agenda é marcada pelo primeiro dos dois dias de reunião do Copom (Comitê de Política Monetária).
Nos Estados Unidos serão reportados os dados do Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas no mês de junho.
Hoje, a maioria dos mercados acionários da Ásia recuou em decorrência das inquietações com os problemas da dívida européia e americana. Em Tóquio, o Nikkei 225 declinou 0,85%, para 9.889,72 pontos. O S&P/ASX 200, de Sydney, caiu 0,09%, para 4.468,10 pontos. O Shanghai Composite, de Xangai, diminuiu 0,70%, somando 2.796,98 pontos. Na contramão, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,45%, somando 21.902,40 pontos.
Relatório do Índice Futuro - 19.07.2011
Segue no link o relatório do índice, o posicionamento dos estrangeiros e pessoas físicas, a análise dos grafistas da XP, Além de informações sobre suportes e resistencias.
Um dos indicadores de maior interesse a ser analisado é o posicionamento dos estrangeiros em relação aos contratos futuros de índice.
Pois, atualmente os mesmos estão com uma grande posição vendida, o que acaba gerando uma forte pressão vendedora.
É interessante ficar ligado na posição deles, pois, pode pressupor qual será a tendência do mercado de acordo com as ações dos estrangeiros.
Um dos indicadores de maior interesse a ser analisado é o posicionamento dos estrangeiros em relação aos contratos futuros de índice.
Pois, atualmente os mesmos estão com uma grande posição vendida, o que acaba gerando uma forte pressão vendedora.
É interessante ficar ligado na posição deles, pois, pode pressupor qual será a tendência do mercado de acordo com as ações dos estrangeiros.
Relatório do Dólar - 19.07.2011
Bom dia a todos, segue uma breve análise elaborada pela equipe da XP Investimentos.
Índice dólar confirmou a perda do seu canal de alta e vem fazendo uma forte correção. Está agora com queda de 0,53%. Encontrou pequenas compras na casa de 75,30, mas a tendência segue de baixa. Nosso dólar futuro na BMF está testando o suporte de 1575, se perder busca fechamento de gap em 1572 e depois 1570.
Estrangeirosseguem bem vendidos no dólar e aumentando sua posição.
Índice dólar confirmou a perda do seu canal de alta e vem fazendo uma forte correção. Está agora com queda de 0,53%. Encontrou pequenas compras na casa de 75,30, mas a tendência segue de baixa. Nosso dólar futuro na BMF está testando o suporte de 1575, se perder busca fechamento de gap em 1572 e depois 1570.
Estrangeirosseguem bem vendidos no dólar e aumentando sua posição.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ibovespa fecha pregão com baixa de 1,08%
Nesta segunda-feira (18), A Bolsa de Valores de São Paulo obteve o terceiro dia de queda consecutiva perdendo a linha dos 59 mil pontos. O índice fechou com desvalorização de 1,08% aos 58.837 pontos e o giro financeiro atingiu R$ 8,36 bilhões. Boa parte do volume financeiro do dia foi marcado pelo exercício de opções.
Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Vale PN subiu 0,37%, a R$ 46,05; Petrobras PN perdeu 1%, a R$ 22,76; OGX Petróleo ON recuou 2,37%, a R$ 13,57; Itaú Unibanco PN teve desvalorização de 0,91%, a R$ 31,40; e BM&FBovespa ON se depreciou em 2,35%, a R$ 9,54.
Nos Estados Unidos, as bolsas também fecharam no campo negativo. O índice Dow Jones caiu 0,76% aos 12.385, enquanto o Nasdaq recuou 0,89% a 2.765 e o S&P 500 perdeu 0,81% a 1.305.
Agenda de Cursos e Palestras de Julho
A Bahia Partners promoverá neste mês uma serie de cursos e palestras com o intuito de orientar a todos que tenham interesse em conhecer e aprimorar seus conhecimentos.
Não fique fora dessa, ligue agora mesmo para 3351-3326 e garanta já sua vaga.
Não fique fora dessa, ligue agora mesmo para 3351-3326 e garanta já sua vaga.
IPC-S cai em prévia de julho
Segundo foi divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) da segundo prévia de julho, caiu 0,13%, com redução de 0,02 pontos percentuais se comparada à última apuração.
Seguindo o movimento de baixa, os grupos vestuário (de 0,58% para 0,38%), educação, leitura e recreação (de 0,28% para 0,11%), saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,39%), despesas diversas (de 0,07% para 0,04%) e habitação (de 0,34% para 0,32%), com destaque para roupas (de 0,53% para 0,30%), passagem aérea (de 3,23% para -2,44%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,59% para 0,31%), cerveja (de 0,08% para -0,44%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,14% para 0,09%).
Na ponta contrária, os preços relativos a transportes registraram aceleração (de -0,72% para -0,17%), com as maiores influências partindo de gasolina (de -2,52% para -1,22%) e álcool combustível (de -2,70% para 2,49%). Informações site da Exame
Dos sete grupos de despesa, seis registraram recuo, com a maior influência partindo dos alimentos (de -0,77% para -0,94%). Os destaques nessa classe ficaram com hortaliças e legumes (de -2,89% para -4,09%), massas e farinhas (de 0,75% para 0,46%), adoçantes (de 1,02% para 0,08%) e carnes bovinas (de -0,71% para -0,78%).
Seguindo o movimento de baixa, os grupos vestuário (de 0,58% para 0,38%), educação, leitura e recreação (de 0,28% para 0,11%), saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,39%), despesas diversas (de 0,07% para 0,04%) e habitação (de 0,34% para 0,32%), com destaque para roupas (de 0,53% para 0,30%), passagem aérea (de 3,23% para -2,44%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,59% para 0,31%), cerveja (de 0,08% para -0,44%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,14% para 0,09%).
Na ponta contrária, os preços relativos a transportes registraram aceleração (de -0,72% para -0,17%), com as maiores influências partindo de gasolina (de -2,52% para -1,22%) e álcool combustível (de -2,70% para 2,49%). Informações site da Exame
Copom deve elevar Selic para 12,50% ao ano nesta semana
Na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) que ocorrerá nesta semana, nos dias 19 e 20, a expectativa dos especialistas do mercado financeiro é de que haja uma elevação da taxa básica de Juros (Selic) em 0,25%.
A Selic, esta atualmente em 12,25% ao ano. Além do aumento da taxa nesta semana, os analistas esperam por mais uma elevação de 0,25 pontos percentuais neste ano. Com isso, estima-se que a taxa encerrará o período em 12,75% ao ano. A mediana das expectativas é de que ao final de 2012 a taxa básica de juros estará em 12,63% ao ano, e não mais 12,50% ao ano, como era previsto anteriormente.
Em 2011, o Copom elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, em janeiro e em março, e em 0,25 ponto percentual, em abril e em junho. O comitê reúne-se a cada 45 dias para definir a taxa. Informações site da Exame.
Ibovespa inicia o pregão com queda de 0,84%
Nesta segunda-feira (18), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou suas operações no campo negativo, com desvalorização de 0,84% aos 58.977 pontos.
Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA caía 0,43%, para R$ 45,68; Petrobras PN cedia 0,60%, a R$ 22,85; OGX Petróleo ON registrava queda de 2,23%, a R$ 13,59; Itaú Unibanco PN verificava baixa de 1,07%, a R$ 31,35; e BM&FBovespa ON se depreciava em 1,43%, a R$ 9,63.
Na semana, a bolsa brasileira perdeu 3,3% e no acumulado de julho já recua 4,7%. Em 2011, a baixa chega a 14,2%.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ibovespa fecha com desvalorização de 0,34%
Nesta sexta-feira (15) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) após iniciar o dia no campo positivo, não suportou a pressão vendedora e retomou ao cenário negativo, acumulando desvalorização de 3,3% na semana. No dia, a bolsa de valores brasileiras fechou com queda de 0.34% aos 59.478 pontos e giro financeiro atingindo os R$ 5,75 bilhões.
Apesar da queda no dia, alguns ativos registraram alta.Vale PN subiu 0,17%, a R$ 45,88; Petrobras PN ganhou 0,17%, a R$ 22,99; e OGX Petróleo ON avançou 1,23%, a R$ 13,90. Na outra ponta, Itaú Unibanco PN teve desvalorização de 0,31%, a R$ 31,69; e BM&FBovespa ON se apreciou em 1,24%, a R$ 9,77.
No mercado americano, as bolsas conseguiram fechar positivas. O índice Dow Jones subiu 0,34%, aos 12.479 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 0,98%, aos 2.789 pontos, e o S&P 500 ganhou 0,56%, aos 1.316 pontos.
Após resultado do teste de “stress”, mercados reagem positivamente
Na expectativa do resultado do teste de “stress” realizado nos bancos europeus, os mercados reagiram positivamente. Apenas oito das 90 instituições testadas não passaram pela prova, que mede a resistência do banco a uma piora do cenário.
No momento do anúncio, as principais bolsas reagiram de forma positiva. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou a dar um repique de alta, porém a forte pressão dos vendedores não permitiu a continuidade do movimento, que por volta das 13h30 seguia no campo negativo, com desvalorização de 0,18% aos 59.874 pontos.
Quem reagiu prontamente à notícia foi o euro, que rondava a estabilidade, e por volta das 13h10 subia 0,10%, a US$ 1,415.Informações site da Bloomberg e Valor.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ações da Brasil Foods foram suspensas para negociação pela BM&FBovespa
Na manhã desta quarta-feira (13), a BM&FBovespa, informou por meio da Agência Bovespa, que os negócios com as ações da Brasil Foods (BRF) estão suspensos. Ainda há uma expectativa quando a decisão do Conselho de Defesa Econômica (Cade) prevista para hoje a respeito do processo de fusão entre Perdigão e Sadia. Portanto, as negociações estão suspensas aguardando o resultado.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Moody´s rebaixa rating da Irlanda
Foi divulgado em comunicado pela agência de classificação de risco Moody´s o rebaixamento do rating da dívida soberana da Irlanda, de Baa3 para Ba1, colocando o país no território dos investimentos especulativos.
Segundo a Moody's, o rebaixamento foi resultado da possibilidade crescente de a Irlanda precisar de mais financiamento oficial no fim de 2013, quando devem terminar os recursos do pacote de resgate oferecido ao país pelo Fundo Monetário Internacional e pela União Europeia. A agência ressaltou que também considera grande a chance de credores do setor privado serem obrigados a participar de um novo pacote de auxílio aos irlandeses, oferecendo como justificativa o atual discurso das autoridades europeias sobre a Grécia.
"Embora a Moody's reconheça que a Irlanda mostrou um forte compromisso com a consolidação fiscal e, até o momento, cumpriu os objetivos de seu programa, a agência destaca que o risco de implementação (das medidas de aperto) continua significativo, particularmente à luz da contínua fraqueza na economia irlandesa."
A Moody's disse também que a perspectiva negativa para o rating reflete os riscos de implementação das medidas para reduzir o déficit fiscal da Irlanda, assim como a mudança no tom dos governos da União Europeia em relação às condições necessárias para que países europeus com problemas recebam apoio financeiro.
Segundo a Moody's, o rebaixamento foi resultado da possibilidade crescente de a Irlanda precisar de mais financiamento oficial no fim de 2013, quando devem terminar os recursos do pacote de resgate oferecido ao país pelo Fundo Monetário Internacional e pela União Europeia. A agência ressaltou que também considera grande a chance de credores do setor privado serem obrigados a participar de um novo pacote de auxílio aos irlandeses, oferecendo como justificativa o atual discurso das autoridades europeias sobre a Grécia.
"Embora a Moody's reconheça que a Irlanda mostrou um forte compromisso com a consolidação fiscal e, até o momento, cumpriu os objetivos de seu programa, a agência destaca que o risco de implementação (das medidas de aperto) continua significativo, particularmente à luz da contínua fraqueza na economia irlandesa."
A Moody's disse também que a perspectiva negativa para o rating reflete os riscos de implementação das medidas para reduzir o déficit fiscal da Irlanda, assim como a mudança no tom dos governos da União Europeia em relação às condições necessárias para que países europeus com problemas recebam apoio financeiro.
Itália toma medidas para acalmar os mercados
Com o intuito de acalmar os mercados, a Itália emite 6,75 bilhões de euros em títulos com altas taxas e acelera os planos de austeridades.
A proposta para o plano de austeridade que estava prevista para o dia 21 de julho foi antecipada para esta quinta-feira (14) e visa acalmar os mercados quanto à possibilidade do contágio da crise da dívida da Itália.
Um possível equilíbrio orçamentário poderá ser atingido em 2014 pela Itália, após o plano de austeridade adotado no dia 30 de junho deste ano no valor de 40 bilhões.
Além da antecipação da reunião, o governo italiano emitiu nesta terça-feira 6,75 bilhões de euros em títulos a um ano com uma taxa de juros muito superior exigidos em junho que foi de 2,147%. A atual taxa é de 3,67%. A dívida pública da Itália está em quase 1,9 trilhões de euros, cerca de 120% do PIB .
A proposta para o plano de austeridade que estava prevista para o dia 21 de julho foi antecipada para esta quinta-feira (14) e visa acalmar os mercados quanto à possibilidade do contágio da crise da dívida da Itália.
Um possível equilíbrio orçamentário poderá ser atingido em 2014 pela Itália, após o plano de austeridade adotado no dia 30 de junho deste ano no valor de 40 bilhões.
Além da antecipação da reunião, o governo italiano emitiu nesta terça-feira 6,75 bilhões de euros em títulos a um ano com uma taxa de juros muito superior exigidos em junho que foi de 2,147%. A atual taxa é de 3,67%. A dívida pública da Itália está em quase 1,9 trilhões de euros, cerca de 120% do PIB .
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Palestra Gratuita: Fundos Imobiliários
Nesta palestra você irá conhecer esta nova tendência de investimento, assim como seu funcionamento, seus custos, vantagens e desvantagens.
Não perca esta oportunidade.
Tema: Fundos Imobiliários
Local: Bahia Partners - Rua da Alfazema, n. 761- Iguatemi Business Flat
Data: 13/07/2011
Horário: 19h30min
Valor: Gratuito
Telefone: 71 3351-3326
Palestrante: Taigo Couto
Ibovespa inicia o pregão com queda de 1,28%
Nesta segunda-feira (11) a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou as operações no campo negativo, com desvalorização de 1,28% aos 60.724 pontos.
Em relação aos ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA caía 1,01%, para R$ 45,63; Petrobras PN cedia 1,06%, a R$ 23,19; OGX Petróleo ON registrava queda de 2,63%, a R$ 14,43.
Na sexta-feira passada, o Ibovespa teve desvalorização de 1,12%, aos 61.513 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 5,2 bilhões. Na semana, o índice perdeu 3%.
Por volta das 15h30min o índice Ibovespa despencou, com desvalorização de 2,08% aos 60.221 pontos. Quanto às ações de maior peso, a Vale (VALE5) cedia 1,30% a R$ 45,50; Petrobras (PETR4) caia 1,45% a R$ 23,10; OGX (OGXP3) despencava caindo 3,31% sendo cotada a R$ 14,33.
Em relação aos ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA caía 1,01%, para R$ 45,63; Petrobras PN cedia 1,06%, a R$ 23,19; OGX Petróleo ON registrava queda de 2,63%, a R$ 14,43.
Na sexta-feira passada, o Ibovespa teve desvalorização de 1,12%, aos 61.513 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 5,2 bilhões. Na semana, o índice perdeu 3%.
Por volta das 15h30min o índice Ibovespa despencou, com desvalorização de 2,08% aos 60.221 pontos. Quanto às ações de maior peso, a Vale (VALE5) cedia 1,30% a R$ 45,50; Petrobras (PETR4) caia 1,45% a R$ 23,10; OGX (OGXP3) despencava caindo 3,31% sendo cotada a R$ 14,33.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Entrevista concedida ao Bahia Notícias
Em entrevista concedida ao Bahia Notícias, O chefe de Mesa e sócio da Bahia Partners, Tiago Couto e o Operador André Luzbel, comentaram sobre o mercado. Confiram a entrevista na integra.
Ibovespa fecha pregão com queda de 0,57%, aos 62.207 pontos
Apesar de operar no início do dia no campo positivo, a bolsa brasileira perdeu força e caiu com força, se descolando do mercado internacional. O Ibovespa caiu 0,57% aos 62.207 pontos e houve um giro financeiro de R$ 5,259 bilhões.
Entre os ativos de maior peso sobre o pregão, Vale (VALE5) subiu 0,43% sendo cotado a R$ 46,51; Petrobras (PETR4) avançou 0,51%, a R$ 23,63; OGX Petróleo (OGXP3) ganhou 0,53%, a R$ 15,08; BM&FBovespa (BVMF3) se apreciou em 1,43%, a R$ 10,62, enquanto Itaú Unibanco (ITUB4) teve desvalorização de 2,09%, a R$ 35,45.
Já no mercado americano, dados favoráveis de emprego favoreceram uma jornada positiva. O índice Dow Jones subiu 0,74%, aos 12.719 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,36% aos 2.872 pontos e o S&P 500 avançou 1,05% a 1.353 pontos.
Entre os ativos de maior peso sobre o pregão, Vale (VALE5) subiu 0,43% sendo cotado a R$ 46,51; Petrobras (PETR4) avançou 0,51%, a R$ 23,63; OGX Petróleo (OGXP3) ganhou 0,53%, a R$ 15,08; BM&FBovespa (BVMF3) se apreciou em 1,43%, a R$ 10,62, enquanto Itaú Unibanco (ITUB4) teve desvalorização de 2,09%, a R$ 35,45.
Já no mercado americano, dados favoráveis de emprego favoreceram uma jornada positiva. O índice Dow Jones subiu 0,74%, aos 12.719 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,36% aos 2.872 pontos e o S&P 500 avançou 1,05% a 1.353 pontos.
Dólar cai 0,76% e fecha a R$ 1,558
Depois de dois dias de alta, o dólar caiu com força ante o real, voltando a ser negociado na linha de R$ 1,55. As ordens de venda encontraram respaldo na menor preocupação com medidas cambiais, na expectativa de novas elevações nos juros e na valorização das matérias-primas.
Dados preliminares apontam que o dólar comercial caiu 0,76%, para R$ 1,556 na compra e R$ 1,558 na venda. Na quarta-feira, a moeda teve alta de 0,38%, cotada a R$ 1,570. Com informações do site da Valor.
Dados preliminares apontam que o dólar comercial caiu 0,76%, para R$ 1,556 na compra e R$ 1,558 na venda. Na quarta-feira, a moeda teve alta de 0,38%, cotada a R$ 1,570. Com informações do site da Valor.
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